Os tecidos são estruturas têxteis, manufaturadas, em forma de lâminas flexíveis. São resultados do entrelaçamento de forma ordenada ou desordenada de fios e fibras que os compõem. Para tal entrelaçamento o sistema de obtenção deve formar uma estrutura dimensional na qual necessitamos de alguns processos e até mesmo combinações.
Entre o cruzamento de tramas e urdumes, ou até por fusão e processos químicos, os tecidos surgem e adquirem estruturas visuais e comportamentos físicos como flexibilidade, dobraduras, alongamentos, elasticidades, entre tantos outros fatores agregados ao material têxtil.
Existe uma classificação dos tecidos quanto à sua estrutura, quanto ao resultado dos entrelaçamentos:
– Por entrelaçamento dos fios;
– Por ação adesiva ou fusão de fibras;
– Por resultados à partir de soluções de fibras têxteis; – E os chamados “especiais” que são soluções mistas.
– Por entrelaçamento dos fios;
– Por ação adesiva ou fusão de fibras;
– Por resultados à partir de soluções de fibras têxteis; – E os chamados “especiais” que são soluções mistas.
Para se ter uma ideia da complexidade têxtil, a compreensão dos inúmeros detalhes e materiais, existem diversas classificações genéticas de fibras químicas manufaturadas, sem incluir as naturais, somando no mínimo 25 estruturas básicas de tecidos e variações das mesmas.
A partir do quadro sinótico abaixo, apresentarei nos próximos posts algumas estruturas têxteis, com suas respectivas definições e formações.
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